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Belgo Arames se mantém entre as 20 melhores empresas de grande porte para trabalhar em 2026

Reconhecimento destaca liderança, autonomia e desenvolvimento entre os principais pontos fortes da empresa

A Belgo Arames se mantém entre as 20 melhores empresas de grande porte para trabalhar no Brasil em 2026, segundo o ranking Lugares Incríveis para Trabalhar, realizado pela FIA Business School em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo. A empresa ocupa a 20ª posição entre as organizações de grande porte, com mais de 1.500 funcionários, e a 98ª colocação no ranking geral, que reúne empresas de todos os portes. A pesquisa deste ano teve uma participação maior dos empregados, ampliando proporcionalmente representatividade do resultado.

Entre os destaques desta edição está a dimensão de Liderança, que manteve resultados consistentes a partir de iniciativas estruturadas de desenvolvimento, como a Trilha do Supervisor – programa de desenvolvimento de liderança ou de carreira para a posição de supervisão, além de ações voltadas ao fortalecimento da gestão de pessoas. A percepção dos empregados manteve aspectos positivos em relacionados ao apoio e desenvolvimento oferecidos pelas lideranças, confiança e condução das equipes.

A dimensão Inovação também esteve entre as melhores avaliações da pesquisa, demonstrando a abertura que os empregados possuem para apresentar sugestões de melhorias, participar de projetos e contribuir para a melhor performance dos processos das áreas. Já ESG permanece entre os principais pontos fortes, com destaque para aspectos do ambiente de trabalho respeitoso e agradável, a contribuição da empresa para a comunidade e o meio ambiente e a existência de canais confiáveis para relatar situações de injustiça ou desvios de conduta.

A frente de Aprendizagem manteve seu desempenho. Os resultados refletem a percepção positiva dos empregados sobre as oportunidades de capacitação, desenvolvimento e crescimento. Entre as iniciativas relacionadas ao tema está a Semana de Aprendizagem Corporativa, que estruturou ações de letramento em psicoeducação, de cuidado e intervenções individuais e coletivas.

“Esse resultado mostra que seguimos atentos ao que realmente impacta a experiência dos nossos empregados e empregadas. Neste ano, tivemos uma participação voluntária ainda maior na pesquisa, o que torna esse reconhecimento ainda mais representativo da percepção das pessoas sobre a Belgo Arames. Também é um sinal de que estamos avançando na construção de um ambiente em que as lideranças têm papel fundamental no desenvolvimento das equipes, exercendo uma liderança que incentive o crescimento profissional, amplie oportunidades e fortaleça a autonomia com responsabilidade”, afirma Clarisse Drummond, Diretora de Gente, Cultura e Engajamento.

 

Sobre o Prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar A FEEx (FIA Employee Experience) define o Prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar para as empresas que alcançam os melhores índices de clima organizacional e práticas de gestão de pessoas. O prêmio também reconhece as organizações conforme porte, setor e tema, de acordo com seu desempenho na pesquisa. Nesta edição, 489 empresas participaram da pesquisa, que ouviu mais de 210 mil profissionais. Ao todo, 295 organizações receberam a certificação de Lugar Incrível para Trabalhar, enquanto 160 foram reconhecidas como Lugares Mais Incríveis para Trabalhar.

Protensão reduz espessura de lajes e acelera obra de residencial em Curitiba

Maior produtividade no canteiro e melhor aproveitamento dos espaços foram alguns dos ganhos obtidos pela Construtora e Incorporadora Gongra com a adoção da tecnologia de protensão no Edifício Ária Juvevê, em Curitiba (PR). As cordoalhas de aço da Belgo Arames reforçam o concreto por dentro, melhorando o desempenho da estrutura. No empreendimento de 10 pavimentos, a solução reduziu em cinco dias o tempo de execução de cada laje e permitiu diminuir em até 7 centímetros a espessura total do conjunto estrutural – laje e viga.

Essa redução na espessura favoreceu também o aproveitamento dos espaços internos e garantiu maior flexibilidade aos layouts dos apartamentos. Além da liberdade arquitetônica, a tecnologia previne problemas estruturais no longo prazo: a compressão induzida pelas cordoalhas é capaz de eliminar totalmente o risco de fissuras e impede que o teto ceda ou curve com o peso.  Para essa construção, estão a ser utilizadas cerca de 27 toneladas de cordoalhas engraxadas e plastificadas Belgo CP-190.

“A qualidade do Ária começou no projeto, com a busca por uma estrutura que desse mais liberdade à arquitetura e segurança à execução. Nesse processo, a escolha do fornecedor também foi importante. Optamos pela Belgo pela tradição e experiência em protensão, aliadas à qualidade e rastreabilidade dos produtos, suporte técnico e confiabilidade no fornecimento. É uma parceria que construímos desde o início da nossa jornada com a tecnologia e que foi fundamental para o desenvolvimento do empreendimento”, destaca a Bruna Cardozo, Engenheira Civil da Gongra Construtora e responsável pela execução da obra.

Do ponto de vista prático, a aceleração do cronograma da obra foi impulsionada pela forma como o insumo é fornecido. Na construção, a solução já é entregue cortada nas medidas especificadas no projeto, diretamente no local de instalação, eliminando uma etapa que antes era realizada no próprio canteiro de obras. O resultado foi um processo de montagem mais ágil, com ganho de produtividade para a equipe e redução de até 7% no desperdício de material.

“Há mais de 50 anos somos pioneiros em protensão no Brasil, levando qualidade e confiança da fábrica ao canteiro de obras. No Ária Juvevê, a construtora Gongra escolheu as únicas cordoalhas certificadas pela ABNT e pelo PTI, o que garante a segurança e o desempenho comprovados para viabilizar ciclos de execução mais rápidos e transformar um projeto complexo em realidade”, destaca Jeferson Rocha, gerente de Construção Civil da Belgo Arames.

Com conclusão prevista para setembro de 2027, o empreendimento reforça a trajetória de mais de 30 anos da Construtora Gongra no mercado paranaense, demonstrando como o emprego de soluções inteligentes em aço transforma a gestão de prazos e eleva o padrão construtivo de empreendimentos residenciais de alto padrão.

Safra de soja com margens pressionadas torna proteção da área agrícola ainda mais estratégica

Por Bruno Nolasco, técnico em agropecuária e bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), pós-graduado em gestão de negócios pela Fundação Dom Cabral e gerente de negócios agro da Belgo Arames

 

O plantio da safra 22026/2027 de soja, que está no início, é cercado de grande expectativa, mas os agricultores entram no novo ciclo alertas para uma combinação de fatores que pode pressionar a produtividade. A primeira projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para colheita de 181,64 milhões de toneladas, alta de 0,7% sobre a anterior, com área plantada de 49,3 milhões de hectares (+1,4%). A produtividade média, entretanto, pode recuar 0,8%, para 3.683 quilos por hectare, o que pode pressionar ainda mais as margens, já pequenas. Nesse cenário, decisões relacionadas ao manejo e à prevenção de perdas ganham peso ao longo de todo o período.

 

A oscilação climática acrescenta outro grau de complexidade. A Conab alerta para o El Niño, fenômeno que altera os padrões de chuva e temperatura nas diferentes regiões produtoras. No Cerrado, por exemplo, esperam-se menos chuvas e altas temperaturas, o que pode favorecer o aumento da pressão de pragas e doenças. Atrasos no plantio ou períodos de estresse térmico e hídrico devem ampliar os desafios de estabelecimento e desenvolvimento da cultura, e pode comprometer ainda a janela de plantio da safrinha de milho, tornando o acompanhamento das condições da lavoura ainda mais importante desde as primeiras fases.

 

Além dos desafios fitossanitários e climáticos, a proteção da área precisa considerar fatores de fora da própria lavoura. A presença de javalis e javaporcos é um exemplo. Espécies exóticas invasoras, eles apresentam elevada capacidade de adaptação e reprodução, podendo percorrer diferentes ambientes e provocar impactos devastadores sobre áreas produtivas.

 

Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) neste ano de 2026 mostram aumento da presença dos “suídeos asselvajados” – animais da espécie Sus scrofa, que engloba javalis, porcos domésticos feralizados e seus cruzamentos, como o javaporco – no território brasileiro. E isso ocorre em diferentes regiões do país, com avanço da ocorrência no Centro-Oeste e no Norte. Essa distribuição amplia a necessidade de atenção sobre os impactos que esses animais podem causar nas propriedades rurais.

 

Os javaporcos causam danos à vegetação, revolvem o solo e atingem áreas de cultivo em busca de alimento. Sua movimentação nas áreas rurais, ambientes naturais e propriedades produtivas reforça a necessidade de estabelecer barreiras físicas e manter o controle dos acessos. O próprio Ministério da Agricultura e Pecuária relaciona o manejo dos javalis às ações de defesa sanitária animal, enquanto o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) mantém regras específicas para o controle da espécie.

 

A cerca exerce, assim, uma função que vai além da delimitação de áreas da propriedade. Uma estrutura bem dimensionada protege a unidade produtiva contra a entrada de animais, ajuda a controlar o acesso de pessoas não autorizadas e preserva áreas de cultivo, instalações e pontos estratégicos da fazenda. Em uma propriedade agrícola, controlar quem e o que circula faz parte da gestão do risco e da preservação do investimento.

 

Para áreas sujeitas à presença de javaporcos, a escolha da estrutura deve considerar resistência e capacidade de contenção. Telas desenvolvidas para esse tipo de aplicação contam com múltiplos fios horizontais, que formam uma barreira contínua e dificultam a passagem dos animais. Modelos com 11 fios horizontais e com galvanização pesada, por exemplo, combinam resistência mecânica e proteção contra a ação do ambiente, características importantes para instalações que permanecem expostas às condições do campo.

 

Nos trechos onde a cerca precisa de maior resistência à tração, a utilização de arames de alta resistência forma estruturas mais firmes e duráveis. Uma opção com resistência de até 700 kgf e revestimento Bezinal, composto por zinco e alumínio, oferece maior capacidade de suportar esforços sem exigir a mesma quantidade de material de uma estrutura convencional. A escolha do arame, da quantidade de fios, do espaçamento e dos pontos de fixação deve considerar o relevo, o tipo de criação ou cultivo e os riscos existentes em cada propriedade.

 

Proteger a produtividade, portanto, não significa olhar apenas para o que acontece no cultivo. Clima, manejo, circulação de animais e segurança da área fazem parte de uma mesma equação. Em uma safra na qual cada hectare precisa entregar o máximo de eficiência possível, antecipar riscos e estruturar a propriedade para reduzir perdas pode ser tão importante quanto as decisões tomadas para o sucesso produtivo da lavoura.

Lei estabelece requisitos para instalação de cercas elétricas em áreas rurais. Entenda

No campo ou em zonas urbanas, estruturas energizadas exigem atenção à aplicação, à manutenção e à segurança dos equipamentos

 

As cercas fazem parte da rotina das propriedades rurais. Elas delimitam áreas, auxiliam o manejo dos animais e ajudam a estruturar e a organizar diferentes áreas da fazenda. Em muitos desses usos, a eletrificação é adotada para reforçar o controle do rebanho, dividir pastagens para intensificar a produção, proteger a propriedade e tornar o cercamento mais eficiente. A presença de corrente elétrica, porém, acrescenta uma série de cuidados à instalação e ao uso dessas estruturas, principalmente para evitar riscos a pessoas e aos próprios animais. Essas regras estão dispostas em uma legislação específica – a Lei Federal 13.477/2017 –, válida para todo o país e que também contempla as zonas urbanas.

 

“Quando falamos de cerca elétrica, precisamos considerar que ela está inserida na rotina da propriedade e em áreas onde circulam não apenas animais, mas pessoas. Por isso, a instalação precisa seguir critérios de segurança e utilizar equipamentos e materiais adequados. Conhecer a legislação é um dos primeiros passos para planejar esse cercamento”, explica Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames, companhia que é referência no mercado brasileiro de arames.

 

Entre os pontos previstos pela lei está a altura do primeiro fio eletrificado, que deve ser compatível com a finalidade da cerca. O equipamento responsável pela energização deve produzir choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem não letal e em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Na prática, isso significa que não há espaço para improvisações. A eletrificação precisa ser feita com equipamentos desenvolvidos especificamente para essa função e com componentes que trabalham de forma integrada. Não se pode ligar o fio eletrificado direto na tomada. Uma adaptação inadequada pode afetar o desempenho da cerca e, principalmente, colocar em risco quem passa no entorno”, pontua o especialista.

 

A sinalização é outra exigência legal. O inciso IV do artigo 2º da lei determina a instalação de placas de advertência em locais visíveis, nos dois lados da cerca, com alerta sobre o risco de choque e símbolos que permitam a compreensão por pessoas analfabetas. “A despeito de ser obrigatória, essa identificação já seria muito importante mesmo em locais onde as equipes conhecem bem a estrutura da fazenda. Prestadores de serviço, visitantes e outros profissionais podem circular pela propriedade e a sinalização ajuda a indicar de forma clara quais trechos estão eletrificados, reduzindo a chance de acidentes”, reforça Bruno Nolasco.

 

A segurança e o desempenho do cercamento dependem ainda da qualidade dos componentes. Eletrificador, aterramento, isoladores, conexões e arames têm funções específicas e precisam trabalhar em conjunto. “A manutenção periódica ajuda a identificar danos nos fios, problemas nas conexões, contato com a vegetação e outras interferências que podem afetar a estrutura. A cerca elétrica não depende de um único elemento, sendo a combinação entre materiais apropriados, instalação correta e acompanhamento ao longo do tempo que permite manter seu funcionamento”.

 

E embora não sejam citados especificamente pela Lei Federal, os para-raios podem ser utilizados como uma proteção complementar em propriedades que contam com cercas elétricas, especialmente em locais sujeitos à ocorrência de descargas atmosféricas. “O para-raios é um recurso complementar importante para ajudar a proteger os animais, as pessoas, o eletrificador e os demais componentes do sistema contra os efeitos de descargas atmosféricas. A instalação precisa considerar as características da propriedade e seguir as orientações técnicas adequadas, para que o sistema esteja preparado para esse tipo de ocorrência”, explica Bruno Nolasco.

 

Já no caso dos arames, um cuidado importante é não utilizar arame farpado em cercas eletrificadas. Embora essa orientação também não esteja prevista especificamente na Lei Federal, a combinação pode aumentar o risco de acidentes envolvendo pessoas e animais, já que as farpas podem provocar ferimentos em caso de contato com a cerca. A escolha deve levar em conta resistência, durabilidade e proteção contra corrosão, especialmente diante da exposição contínua às condições do campo.

 

Para essa aplicação, a Belgo conta com Belgo Eletrix e Belgo Eletrix Light e Belgo ZZ 700 Bezinal, desenvolvidos para cercas elétricas rurais. As soluções permitem maior espaçamento entre mourões e oferecem resistência à corrosão, características que contribuem para a durabilidade e podem reduzir os custos de implantação e manutenção. Além de apresentarem menor resistência elétrica à passagem do choque, fazendo com que a descarga seja transmitida com máxima eficiência.

 

“Os arames ficam expostos ao clima e às condições da propriedade durante a vida útil do cercamento. Utilizar um produto específico para cerca elétrica reduz a necessidade de intervenções e oferece a resistência necessária para a rotina do campo. É uma escolha que precisa considerar não apenas a implantação, mas o comportamento da estrutura ao longo dos anos”, comenta Bruno Nolasco.

 

O especialista reforça que os cuidados devem continuar após a instalação. Inspeções periódicas permitem verificar as condições dos fios, conexões, isoladores e demais componentes, assim como identificar pontos que demandem reparos e não se deve eletrificar o arame farpado, visando prevenir acidentes com pessoas e animais.

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