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Fundação ArcelorMittal impulsiona abordagem STEAM e amplia impacto na educação brasileira

Instituição apresenta balanço de iniciativas que integram ciência, tecnologia, artes e matemática para preparar jovens e educadores para os desafios do futuro

A abordagem STEAM tem ganhado espaço na educação pública brasileira, impulsionada por iniciativas que conectam ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática a desafios reais das comunidades. Nesse contexto, a Fundação ArcelorMittal, a organização dedicada à gestão do investimento social do Grupo ArcelorMittal Brasil, divulgou o balanço de suas ações educacionais, em um mês marcado pela celebração do Dia Internacional da Educação, comemorado em 24 de janeiro.

Criada em 2022 pela Fundação ArcelorMittal, a Liga STEAM é a estratégia nacional da instituição para promover a adoção da abordagem nas redes públicas de ensino. A iniciativa articula frentes como formação de educadores, premiações, qualificação de jovens e parcerias institucionais.

A abordagem propõe a construção do conhecimento a partir da resolução de problemas reais, integrando diferentes áreas do saber e desenvolvendo competências como pensamento crítico, criatividade e colaboração. “A educação que defendemos é aquela que forma pessoas a serem protagonistas da transformação de suas realidades. A metodologia STEAM permite conectar o aprendizado às realidades dos territórios e preparar educadores e estudantes para desafios cada vez mais complexos”, afirma Camila Valverde, diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal.

Um dos principais destaques da estratégia é o Prêmio Nacional Liga STEAM. Em 2025, a iniciativa mobilizou cerca de 2 mil professores de mais de 300 municípios e recebeu 412 projetos alinhados à temática da sociobiodiversidade e à agenda da COP30. O primeiro lugar nacional, da categoria Ensino Fundamental – anos iniciais, foi conquistado pela Escola Municipal Prof. Ida Francez Lombardi, de Piracicaba (SP).

A qualificação de jovens para o mercado de trabalho é outra prioridade da atuação da Fundação. Em 2025, mais de 300 jovens participaram da Jornada Liga STEAM, um curso gratuito em tecnologia da informação nos municípios de Feira de Santana (BA), João Monlevade, São Gonçalo do Amarante (CE), com turmas exclusivas para mulheres; Araxá (MG) e São Paulo (SP), com turmas mistas.

Em Feira de Santana (BA), a Jornada Liga STEAM é realizada com o apoio da Belgo Arames, fortalecendo a articulação entre educação, indústria e desenvolvimento local por meio da formação tecnológica de jovens mulheres.

 

“Acreditamos que o desenvolvimento da indústria passa pela valorização de talentos locais. Ao apoiar a Jornada Liga STEAM em Feira de Santana, ampliamos o acesso de mulheres à formação em tecnologia e contribuímos para a criação de oportunidades alinhadas às demandas da indústria e do mercado de trabalho na região”, afirma Clarisse Drummond, diretora de Gente, Cultura e Engajamento da Belgo Arames.

Formação de educadores e parceria com a Unesco – No fortalecimento do corpo docente, a Fundação ArcelorMittal é a única do setor do aço, selecionada pelo MEC, para ofertar formação a distância na plataforma Avamec. Em 2025, cerca de 2,3 mil educadores participaram da formação, alinhando a prática pedagógica à BNCC e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Somadas às formações realizadas pela AVAMEC, as demais iniciativas promovidas pela Fundação contaram com a participação de mais de 6,6 mil professores.

A atuação da Fundação ganhou escala com uma parceria inédita de três anos com a UNESCO, que fortalece o processo pedagógico das ações da Liga STEAM e integra o desenvolvimento sustentável à sua abordagem educacional. O acordo prevê cooperação técnica no Prêmio Nacional e a criação de um novo programa voltado à formação de educadores e estudantes do ensino médio, incentivando a construção de soluções para os desafios da sustentabilidade. A expectativa é de que a iniciativa beneficie cerca de 13 mil educadores e estudantes em todo o país. “Para 2026, nossa expectativa é ampliar o alcance dessas ações, fortalecer a atuação nos territórios e seguir apoiando educadores e estudantes na construção de soluções para os desafios do desenvolvimento sustentável”, conclui Camila.

Infraestrutura da fazenda com arame de qualidade contribui para o bom desempenho reprodutivo do rebanho

O planejamento da reprodução na pecuária exige genética de qualidade, boa nutrição, controle sanitário e infraestrutura funcional, com cercamento bem estruturado. Esse pacote tecnológico reduz perdas, aumenta os índices zootécnicos.

 

O rebanho bovino brasileiro é um dos maiores do mundo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 238,2 milhões de cabeças de gado, que devem produzir o recorde histórico de 12,3 milhões de toneladas de carne este ano. O desempenho crescente da pecuária é resultado de diversas estratégias adotadas ao longo da cadeia produtiva, que passam pelo manejo adequado dos os setores da produção (cria, recria e engorda), que, quando aliado a sistemas eficientes de cercamento, proporciona maior previsibilidade, redução de custos e aumento da produtividade.

 

 

 

“A pecuária é a soma de nutrição, sanidade, genética, reprodução e meio ambiente. Esses segmentos são essenciais e precisam ser pensados com muita atenção. O manejo adequado das matrizes, por exemplo, é fundamental para o bom funcionamento de todo o ciclo produtivo. Uma fêmea em idade reprodutiva bem cuidada resulta em melhor fertilidade, gestação segura, partos sem intercorrências, bezerros mais saudáveis e maior longevidade”, explica Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames.

 

A falta de planejamento, entretanto, pode resultar em falhas estruturais. É o caso do uso de arames de baixa durabilidade, cercas frouxas que facilitam escapes e acidentes, divisões mal planejadas que dificultam a separação de lotes e a formação de maternidades, além da falta de áreas de sombreamento e de bebida de água nas áreas de pré e pós-parto.

 

“Todos esses fatores, juntos ou individualmente, podem comprometer o desempenho reprodutivo. Eles elevam o nível de estresse das fêmeas, aumentam os riscos sanitários e prejudicam os índices reprodutivos – taxa de prenhez, intervalo entre partos e sobrevivência das crias”, explica Vanessa.

 

A infraestrutura do cercamento tem papel decisivo nesse contexto. Cercas bem planejadas e instaladas corretamente garantem que as matrizes sejam manejadas com segurança, fatores que impactam diretamente em todo o período gestacional.

 

A especialista da Belgo destaca que o cercamento bem feito permite dividir piquetes de maneira eficiente, proporcionando melhor controle sobre lotação, acesso ao pasto e manejo nutricional.

 

“Para ajudar o criador a ter sucesso na fase de reprodução, a Belgo Arames – referência no mercado brasileiro de arames –, oferece um completo portfólio de soluções para sistemas produtivos eficientes e sustentáveis. Destaque para o arame Belgo Z-700, que têm resistência, durabilidade e é fácil de instalar”.

 

A Belgo também oferece acessórios, como Açofix, que distancia os fios da cerca e diminui custos, características fundamentais para sistemas de manejo intensivo e áreas de maternidade, reprodução e recria.

 

“O manejo reprodutivo eficiente e a boa infraestrutura da fazenda caminham juntos. A qualidade do cercamento tem impacto direto no bem-estar animal, organização do rebanho, fluxo de manejo e, consequentemente, indicadores zootécnicos. Investir em cercas de qualidade não é apenas questão de proteção ou contenção, mas de eficiência operacional, sustentabilidade e segurança para todo o ciclo produtivo”, assinala Vanessa Amorim.

Cercamento eficiente para milho é aliado da produtividade na safrinha de 2026

Estruturas reforçadas funcionam como barreiras físicas contra a entrada de animais invasores

 

A próxima safra de milho pode ser a maior da história, com 138,9 milhões de toneladas, estima a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A semeadura da safra de verão está começando. A previsão para este primeiro ciclo é de 25,9 milhões de toneladas. Para que esses números se concretizem, os produtores precisam contar com clima favorável, tratamentos corretos nos momentos certos e evitar qualquer ameaça à produção, como a invasão de animais nas áreas de cultivo.

 

“Animais silvestres, como os javalis e javaporcos, têm o milho como principal fonte de alimento. Com hábitos noturnos, são vorazes, têm poucos predadores naturais e um apetite capaz de devastar talhões inteiros. Sem uma proteção adequada, o resultado pode ser devastador: plantas amassadas, talos quebrados, espigas arrancadas, redução expressiva de produtividade e altos prejuízos por hectare”, afirma Danilo Moreira, analista de mercado agro da Belgo Arames.

 

Para garantir a proteção da lavoura, é necessário usar soluções específicas para essa finalidade. Cercamento de qualidade atua como barreira física e psicológica, reduzindo drasticamente a entrada de invasores, o pisoteio e o consumo das plantas. “Usar cercas é a melhor alternativa, mas é preciso escolher arames e telas de qualidade para proteger as áreas de milho, sempre levando em consideração as características dos animais a ser contidos, a resistência do material, a durabilidade e o custo-benefício da instalação”, explica Danilo.

 

A recomendação do analista é utilizar a cerca pronta Belgo Javaporco®, que possui espaçamento “inteligente” entre as malhas, o que considera a altura e o tamanho dos animais e evita sua passagem, além de ter muita durabilidade, devido à camada pesada de zinco, e ser capaz de segurar o impacto dos invasores – que sempre atacam em bandos.

 

“Já os arames lisos Belgo Z-700® e Belgo Eletrix® são ideais para reforçar as estruturas e ampliar a proteção com eletrificação. E os arames farpados Motto® e Belgo Fortte® são soluções robustas e de alta segurança para complementar o cercamento. Além disso, onde não existe invasão de animais apenas uma cerca boa e bem feita com arame Z 700 ou Motto é necessário. Com as cercas certas, o resultado aparece na produtividade da lavoura, no rendimento dos talhões e no bolso dos agricultores”, assinala Danilo Moreira.

Agro brasileiro fecha 2025 com força, resiliência e visão de futuro e já prepara o caminho para 2026

Cercas, arames e tecnologias de monitoramento tornam-se cada vez mais essenciais para segurança, produtividade e redução de perdas

 

O ano de 2025 foi decisivo para consolidar o agronegócio como um setor resiliente, estratégico, profissional e cada vez mais decisivo para a economia do país. De acordo com o gerente de negócios agro da Belgo Arames, Gustavo Nogueira, o produtor rural mostra uma capacidade indiscutível de adaptação às novas exigências do mercado, com investimentos em tecnologias inovadoras, controle de custos e estruturas que proporcionam mais segurança e previsibilidade ao longo do ciclo produtivo.

 

O resultado refletiu-se nos recordes de produção. A safra de grãos 2024/2025 colocou no mercado 350,2 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção de carne bovina bateu recorde, atingindo 12,3 milhões de toneladas, de acordo com levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

 

Entretanto, apesar dos resultados positivos, o ano foi marcado por desafios significativos. A Organização das Nações Unidas (ONU) classificou 2025 como um dos anos mais quentes já registrados, com a ocorrência de eventos climáticos extremos, como secas, inundações e geadas, que impactaram diretamente a produção agropecuária. Somam-se a esse cenário as dificuldades de crédito rural, que dificultaram o acesso e encareceram o capital para investimentos, além de mercados instáveis e da taxação imposta pelos Estados Unidos a uma longa lista de produtos.

 

“Mesmo assim, o campo mostrou sua força como um dos principais pilares da economia nacional. Ao longo do ano, os produtores rurais priorizaram planejamento, controle, eficiência produtiva e avanço das práticas sustentáveis”, destaca Gustavo.

 

Após o Brasil sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), as exigências ambientais e do próprio mercado internacional devem seguir influenciando fortemente o agronegócio brasileiro. Práticas que demonstram responsabilidade ambiental, rastreabilidade e uso consciente dos recursos serão cada vez mais valorizadas. “Esse cenário abre caminho para um 2026 mais estratégico, levando agricultores e pecuaristas a buscarem soluções alinhadas às suas reais necessidades produtivas”.

 

“Soluções como cercas bem planejadas e arames de alta performance vão além da simples delimitação de áreas. Elas atuam como ferramentas estratégicas para o manejo eficiente, a proteção contra invasões e a redução de prejuízos causados por animais. Optar por cercas mais resistentes e de longa vida útil reduz o consumo de materiais, minimiza intervenções no campo e diminui impactos ambientais ao longo do ciclo produtivo”, afirma o gerente de negócios da Belgo Arames.

 

A inovação também seguirá como um dos principais motores do agro em 2026. Tecnologias, como Instabov AutoTag, da startup Instabov, que combina brinco eletrônico, antenas em pontos estratégicos e aplicativo intuitivo vinculado a inteligência artificial (IA) já permitem a emissão de Cédula de Produtor Rural (CPR). O rastreamento preciso e em tempo real passa a ser uma “prova de vida” dos animais oferecidos como garantia para financiamentos.

 

“Essa integração entre tecnologia e infraestrutura fortalece o agro mais conectado, produtivo e preparado para os desafios do futuro. Atenta às transformações do campo, a Belgo Arames segue desenvolvendo soluções que acompanham a evolução do agro brasileiro, reforçando o papel do país como potência agro mundial”, assinala Gustavo Nogueira.

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